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Comparação

Armadilha da Mente

 

Nossas mentes muitas vezes criam histórias, que acabam distorcendo a realidade, mas não nos damos conta disso. Acreditamos que o que temos em mente é a mais pura verdade, e não percebemos o quanto nós mesmos que criamos o próprio sofrimento e dor emocional.

 

Na mente há uma série de questões que nos acompanham a vida toda. Sem percebermos, somos preenchidos por princípios, valores e crenças que são frutos de nossa educação; e também da mente mais primitiva, os instintos, que quando não expressos, nos momentos certos, vão crescendo dentro de nós e um dia começam a extravasar no tempo e com pessoas erradas.

 

A mente é de uma complexidade maravilhosa, mas também prega muitas peças em nós. Existem várias teorias psicológicas que procuram dar boas respostas as essas inquietações, sendo que nós somos maiores responsáveis pelos flagelos psicológicos que nos atormentam.

 

Todas as vezes que entramos em módulo de comparação, surgem vários problemas. Simples compreender: ou nos colocamos num lugar superior ao outro, ou, nos colocamos numa condição inferior. A partir daí, começam as distorções porque tais comparações já estão numa condição irreal, a serviço do ego.

 

Umas das primeiras causas de dor psicológica é a comparação. Sem percebermos, continuamente estamos nos comparando a alguém, o que passa a se tornar um padrão automático na mente. Tal atitude nos faz viver um contínuo estado de insatisfação.

 

Pessoas que tem mais sucesso, mais recursos econômicos ou atributos físicos superiores costumam ser nossos modelos. E utilizamos como uma referencial existencial daquilo que precisamos atingir em algum momento, mas, na realidade, dificilmente conseguiremos, porque somos únicos. A medida do outro é do outro, a nossa medida é única.

 

Cometemos um grande equívoco, simplesmente não consideramos que, por trás de cada história de sucesso, muito possivelmente há uma infinidade de coisas que contribuíram para que aquelas pessoas pudessem chegar onde estão.

 

No mundo atual, a obsessão com a perfeição faz com que seja muito difícil não nos compararmos com os demais. Quando começamos a analisar nossas conquistas e realizações, podemos exigir ainda mais de nós mesmos por causa da comparação.

 

Comparar-se com as outras pessoas é natural, mas ficar obcecado com os próprios defeitos em vez de focar nas áreas em que tem destaque, permanecer nutrindo a limitação negativa e nociva, aí passar a ser um desequilíbrio. Essas comparações poderão prejudicá-lo e até mesmo impedi-lo de tomar as rédeas em vários aspectos da vida.

 

A comparação constante com os outros diminui a autoestima e faz com que você se sinta mal consigo mesma. Resista à tentação de se comparar com os demais, adquirindo consciência da forma como você se vê. Defina metas pessoais para desenvolver a autoconfiança e reaprenda comportamentos que melhorarão sua opinião sobre si mesmo.

 

Foque naquilo que você acha importante desenvolver em sua vida e siga adiante. Aquilo que a vida lhe oferece é único, sua história é única e, portanto, incomparável aos demais. Construa sua própria jornada.

 

Faça o seu melhor! Valorize-se! Concentre-se em que você é, olhe e aprecie o que você tem. Reconheça e seja grata diariamente pelas coisas boas que te acontecem. Faça um diário de gratidão. Seja gentil consigo mesmo.

Compreenda que está no controle da própria vida. Resistir ao impulso de se comparar com os outros é difícil, mas no final das contas, é você quem controla sua vida. Você é responsável pelas suas escolhas.

Caso não consiga sair deste looping nocivo de comparação procure ajuda, caso essa postura se mantenha, vai trazer outros tipos de limitações.

 

PENSENISSO!